Compilação de Kernel Debian

6 05 2009

Para quem sempre fugiu desse tipo de assunto, com medo de arrebentar com o sistema, e para os que fazem disso o seu jogo dos 9 erros, aqui vai uma boa leitura de um artigo muito interessante.
Só uma palhinha da introdução.

As atualizações de kernel são um tema “místico” dentro do Linux, envolvendo mais mitos e lendas do que, possivelmente, qualquer outro aspecto do sistema. Até hoje perdura por exemplo o mito de que é possível obter um grande ganho de desempenho simplesmente por recompilar o kernel desabilitando componentes não usados, algo que deixou de fazer muita diferença desde que o kernel ganhou suporte a módulos, quase 15 anos atrás.

. . . . .

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PLC

20 02 2009
Um artigo muito interessante do WikiPédia sobre essa técnologia.

PLC (Power Line Communications) é a tecnologia que utiliza uma das redes mais utilizadas em todo o mundo: a rede de energia elétrica. A idéia desta tecnologia não é nova. Ela consiste em transmitir dados e voz em banda larga pela rede de energia elétrica. Como utiliza uma infra-estrutura já disponível, não necessita de obras em uma edificação para ser implantada.

A PLC trabalha na camada 2 do modelo ISO/OSI, ou seja, na camada de enlace. Sendo assim, pode ser agregada a uma rede TCP/IP (camada 3) já existente, além de poder trabalhar em conjunto com outras tecnologias de camada 2.

Histórico da tecnologia PLC

Sistemas de Powerline Carrier, chamados também de OPLAT (Ondas Portadoras em Linhas de Alta Tensão), têm sido utilizados pelas empresas de energia elétrica desde a década de 1920. Esses sistemas foram e ainda são utilizados para telemetria, controle remoto e comunicações de voz. Os equipamentos são muito robustos e normalmente tem uma vida útil superior a trinta anos. Somente recentemente, com o avanço de instalação de fibras ópticas e barateamento de sistemas de telecomunicações, diversas empresas de energia elétrica decidiram abandonar o Carrier. Como resposta, os fabricantes estão deixando de produzir estes equipamentos por falta de demanda.

Algumas poucas aplicações de banda estreita em residências e sistemas de segurança e automação predial utilizam ainda sistemas de Powerline Carrier de banda estreita, baixa velocidade e com modulação analógica.

Powerline Communications

Em 1991, o Dr. Paul Brown da Norweb Communications (Norweb é a empresa de Energia Elétrica da cidade de Manchester, Inglaterra) iniciou testes com comunicação digital de alta velocidade utilizando linhas de energia. Entre 1995 e 1997, ficou demonstrado que era possível resolver os problemas de ruído e interferências e que a transmissão de dados de alta velocidade poderia ser viável.

Em outubro de 1997, a Nortel e Norweb anunciaram que os problemas associados ao ruído e interferência das linhas de energia estavam solucionados. Dois meses depois, foi anunciado pelas mesmas empresas o primeiro teste de acesso Internet, realizado numa escola de Manchester. Com isso, foi lançada uma nova idéia para negócios de telecomunicações que a Nortel/Norweb chamaram de Digital Powerline.

Em março de 1998, a Nortel e a Norweb criaram uma nova empresa intitulada de NOR.WEB DPL com o propósito de desenvolver e comercializar Digital PowerLine (DPL).

Todas as empresas elétricas do mundo estavam pensando em se tornar provedores de serviços de telecomunicações, utilizando seus ativos de distribuição. Devemos lembrar que o setor de telecomunicações estava passando por um crescimento explosivo no mundo (celular e Internet), e, particularmente no Brasil, estava em curso a maior privatização de empresas de telecomunicações.

O acompanhamento dos desenvolvimentos e progressos da tecnologia Powerline era feito na época, no Brasil, pelo Subcomitê de Comunicações do GCOI, e a APTEL, que foi criada em abril de 1999, realizou o seu primeiro Seminário em setembro de 1999, com o tema: Tecnologia Powerline Communications (PLC).

Vale também lembrar que na Europa em 1997 foi criado o PLC Fórum e, em 1998, a UTC lançou nos USA o Power Line Telecommunications Forum (PLTF).

Atualmente, temos diversos produtos comerciais com tecnologia Powerline Communications e o próprio FCC (Federal Communications Commission) fez diversas declarações sobre a viabilidade desta tecnologia.

Vantagens do uso da PLC

Uma das grandes vantagens do uso da PLC é que, por utilizar a rede de energia elétrica, qualquer “ponto de energia” pode se tornar um ponto de rede, ou seja, só é preciso plugar o equipamento de conectividade (que normalmente é um modem) na tomada, e pode-se utilizar a rede de dados. Além disso, a tecnologia suporta altas taxas de transmissão, podendo chegar a até 200Mbps em faixas freqüência de 1,7Mhz a 30Mhz.

Desvantagens do uso da PLC

Uma das grandes desvantagens do uso da PLC (ou BPL), é que qualquer “ponto de energia” pode se tornar um ponto de interferência, ou seja, todos os outros equipamentos que utilizam radiofreqüência, como receptores de rádio, telefones sem fio, alguns tipos de interfone e, dependendo da situação, até televisores, podem sofrer interferência. A tecnologia usa a faixa de freqüências de 1,7MHz a 30MHz, com espalhamento de harmônicos até freqüências mais altas. Outra desvantagem é o facto de ser half-duplex sem esquecer que é um sistema de banda partilhada. Estas duas características fazem com que o débito seja reduzido em comparação com outras tecnologias. Em alguns países, existem movimentos contra a sua instalação[1][2].

Equipamentos

Os principais equipamentos presentes em redes PLC são:

Modem (PNT): Usado para a recepção e transmissão dos dados, o modem é instalado em um host (estação de trabalho, servidor, etc.) que é ligado à tomada de energia. Ele realiza a comunicação com o Demodulador Repetidor (PNR).

Demodulador Repetidor (PNR): Esse equipamento provê acesso direto do usuário do sistema InDoor para o sistema Outdoor. Cada residência tem um, e este se comunica com o Concentrador Mestre (PNU).

Concentrador Mestre (PNU): Controla o sistema Outdoor e interconecta uma Célula de Energia (Power Cell) à rede do backbone. Geralmente esta localizada no transformador. Deste ponto em diante a comunicação pode ser feita pela operadora de telecomunicações.

Multiplexação e Modulação

A tecnologia PLC utiliza a técnica de modulação de sinais OFDM (Orthogonal Frequency Division Multiplexing), pode utilizar as modulações por QAM (Quadrature Amplitude Modulation) e PSK (Phase Shift Modulation).

Interferência do PLC na rede elétrica

A PLC não interfere em nenhum eletrodoméstico, pois as freqüências utilizadas por ela não são usadas por nenhum eletrodoméstico, podendo conviver sem problemas com os outros equipamentos. No entanto, parte da banda de rádio de onda média – 1,7 a 3 MHz – e toda a onda curta – 3 a 30 MHz – ficam completamente prejudicadas e inutilizáveis. Outros equipamentos podem causar interferências em uma rede PLC, como motores de escova e os dimmers de luz. Entre os motores domésticos, destacam-se os secadores de cabelos, aspiradores e as furadeiras elétricas. Além desses, chuveiros elétricos também podem interferir no PLC.

Outro ponto importante da PLC é a conexão com equipamentos bloqueadores de freqüência (filtros de linha) e os equipamentos isoladores (estabilizadores) ou que sejam alimentados por fontes chaveadas (no-breaks): os equipamentos PLC não podem ser ligados nestes.

No caso dos no-breaks, a saída da rede elétrica é isolada, e nos filtros de linha as altas freqüências são bloqueadas, o que impossibilita o funcionamento da rede.

A interferência da PLC ocorre na faixa de 1,6 a 30 MHz, principalmente nos equipamentos de comunicação das forças armadas e no controle de tráfego aéreo. O fato é que estudos devem ser feitos para que exista uma recomendação para o uso da PLC em locais próximo a aeroportos, unidades militares, portos, etc. O uso irregular da PLC pode trazer sérios problemas para o serviço móvel aeronáutico e controle de tráfego aéreo que usam a faixa de HF para estabelecer seus enlaces de comunicações.

Segurança

Toda comunicação do PLC é criptografada. Alguns protocolos como o HomePlug 1.0 utilizam criptografia DES de 56 bits. Os dados estão sempre em rede local porque esta tecnologia não ultrapassa a caixa elétrica da casa. Contém de fato muito mais segurança do que o Wi-Fi, que pode ser visível pelos vizinhos e que necessita uma identificação por usuário e senha.

Fonte





Partição – Saiba tudo

19 02 2009

Um interessante artigo do Wikipédia sobre particionamento e disco rígido.

Uma partição é uma divisão de um disco rígido (SCSI ou ATA). Cada partição pode conter um sistema de arquivos diferente. Consequentemente, vários sistemas operacionais podem ser instalados na mesma unidade de disco.

Existem diferentes modelos de particionamento, sendo o tipo DOS o mais conhecido, usado nos computadores PC. Um tipo que começa a ser difundido é o GPT (GUID Partition Table), usado em conjunto com o UEFI (Unified Extensible Firmware Interface — padrão criado pela Intel para substituir o BIOS, atualmente mantido por Unified EFI, Inc.).
Índice

* 1 Geometria de disco
* 2 Partição DOS — MBR
o 2.1 Notação
o 2.2 Partições primárias
o 2.3 Partição estendida
* 3 GPT (EFI)
* 4 Referências
* 5 Texto em revisão — Ferramentas
o 5.1 Particionamento destrutivo e não destrutivo
o 5.2 Particionadores Gráficos
o 5.3 Particionador integrado aos instaladores
o 5.4 Unix

Geometria de disco

Uma unidade de disco constitui-se de um ou mais pratos sobrepostos, cobertos por uma camada magnética. Existe uma cabeça de leitura-gravação para cada superfície. Cada superfície é dividida em anéis concêntricos (as trilhas) e uma trilha é dividida em setores, onde um setor tem, normalmente, 512 bytes.

As trilhas são numeradas de fora para dentro. Um conjunto de trilhas com o mesmo raio forma o cilindro. As cabeças de leitura-gravação são movimentadas conjuntamente, posicionando-se no mesmo cilindro.

Essa geometria básica fornece um modelo para localização do setor, chamado CHS (cylinder, head, sector). O número do cilindro, juntamente com o numero da cabeça, fornece a localização da trilha. Identificando-se a trilha, pode-se localizar um determinado setor. Esse esquema é tridimensional, sendo necessário conhecer sempre os três parâmetros para localização do setor.

O padrão LBA (logical block address) é mais simples. Os setores são identificados seqüencialmente (linearmente), começando da trilha mais externa. Se houver mais de um prato, cada superfície é numerada (a partir de zero) — o setor zero é o primeiro setor na trilha zero, cabeça (superfície) zero. Essa é uma identificação unidimensional. Cabe à controladora no disco transformar esse número lógico de setor com a sua localização física no disco (mapeando cilindro, cabeça e setor correspondente).

Partição DOS — MBR

O particionamento do tipo DOS é comumente encontrado num computador PC doméstico. Localiza-se no primeiro setor do disco, que é chamado MBR (Master Boot Record). Caracteriza-se por permitir até quatro partições, ditas primárias. Caso seja necessário um número maior, pode-se usar uma partição primária como estendida. Neste caso, essa partição será um repositório de unidades lógicas (ou partições lógicas).

# fdisk -lu /dev/sdb

Disk /dev/sdb: 80.0 GB, 80026361856 bytes
255 heads, 63 sectors/track, 9729 cylinders, total 156301488 sectors
Units = sectors of 1 * 512 = 512 bytes

Device Boot      Start         End      Blocks   Id  System
/dev/sdb1              63     4016249     2008093+  82  Linux swap / Solaris
/dev/sdb2         4016250    20033054     8008402+  83  Linux
/dev/sdb3        20033055    36049859     8008402+   7  HPFS/NTFS
/dev/sdb4        36049860   156296384    60123262+   5  Extended
/dev/sdb5        36049923   156296384    60123231   83  Linux

Notação

Os valores usados aqui são hexadecimais, muito mais práticos que lidar diretamente com números binários. Na notação hexadecimal, cada byte é representado por dois caracteres. Por exemplo, o número decimal 63 é representado pela seqüência 0×3f (onde “0x” indica hexadecimal); o valor 255 (maior valor armazenado em um byte é representado por 0xff.

A arquitetura x86 (PC) usa um armazenamento little endian (CARRIER, 2005, p. 21). Isso significa que números grandes são lidos ou escritos a partir do dígito menos significativo (da esquerda para a direita). Por exemplo, o valor decimal 24.378, equivalente a 0×5f3a, seria armazenado em disco pela seqüência “3a 5f”.

Partições primárias

O MBR é o primeiro setor do disco e divide-se em duas áreas. É identificado por uma assinatura (0xaa55) localizada nos dois últimos bytes (510-511) — por ser little endian, a seqüência 0×55 encontra-se no byte 510 e 0xaa no byte 511. A primeira parte do setor é reservada para conter o carregador de inicialização do sistema operacional (boot loader) e possui um tamanho de 446 bytes (0-445). A segunda área, com tamanho de 64 bytes, contida na faixa 446-509, contém a tabela de partições. (CARRIER, 2005, p. 81-101).

# dd if=/dev/sdb bs=512 count=1 | xxd

0000000: faeb 2101 b501 4c49 4c4f 1606 3f79 f247  ..!…LILO..?y.G
0000010: 0000 0000 e6c7 bd47 ca59 9ecf 8100 8060  …….G.Y…..`
0000020: 6ac5 e500 b8c0 078e d0bc 0008 fb52 5306  j…………RS.
0000030: 56fc 8ed8 31ed 60b8 0012 b336 cd10 61b0  V…1.`….6..a.
0000040: 0de8 6701 b00a e862 01b0 4ce8 5d01 601e  ..g….b..L.].`.
0000050: 0780 fafe 7502 88f2 bb00 028a 761e 89d0  ….u…….v…
0000060: 80e4 8030 e078 0a3c 1073 06f6 461c 4075  …0.x.<.s..F.@u
0000070: 2e88 f266 8b76 1866 09f6 7423 52b4 08b2  …f.v.f..t#R…
0000080: 8053 cd13 5b72 550f b6ca ba7f 0042 6631  .S..[rU......Bf1
0000090: c040 e870 0066 3bb7 b801 7403 e2ef 5a53  .@.p.f;...t...ZS
00000a0: 8a76 1fbe 2000 e84a 00b4 9966 817f fc4c  .v.. ..J...f...L
00000b0: 494c 4f75 275e 6880 0807 31db e834 0075  ILOu'^h...1..4.u
00000c0: fbbe 0600 89f7 b90a 00f3 a675 0db0 02ae  ...........u....
00000d0: 7508 0655 b049 e8d2 00cb b49a b020 e8ca  u..U.I....... ..
00000e0: 00e8 b700 fe4e 0074 07bc e807 61e9 5eff  .....N.t....a.^.
00000f0: f4eb fd66 ad66 09c0 740a 6603 4610 e804  ...f.f..t.f.F...
0000100: 0080 c702 c360 5555 6650 0653 6a01 6a10  .....`UUfP.Sj.j.
0000110: 89e6 53f6 c660 7458 f6c6 2074 14bb aa55  ..S..`tX.. t...U
0000120: b441 cd13 720b 81fb 55aa 7505 f6c1 0175  .A..r...U.u....u
0000130: 4a52 06b4 08cd 1307 7259 51c0 e906 86e9  JR......rYQ.....
0000140: 89cf 59c1 ea08 9240 83e1 3ff7 e193 8b44  ..Y....@..?....D
0000150: 088b 540a 39da 7339 f7f3 39f8 7733 c0e4  ..T.9.s9..9.w3..
0000160: 0686 e092 f6f1 08e2 89d1 415a 88c6 eb06  ..........AZ....
0000170: 6650 5958 88e6 b801 02eb 02b4 425b bd05  fPYX........B[..
0000180: 0060 cd13 7310 4d74 0a31 c0cd 1361 4deb  .`..s.Mt.1...aM.
0000190: f0b4 40e9 46ff 8d64 1061 c3c1 c004 e803  ..@.F..d.a......
00001a0: 00c1 c004 240f 2704 f014 4060 bb07 00b4  ....$.'...@`....
00001b0: 0ecd 1061 c300 4970 ca59 9ecf 0000 0001  ...a..Ip.Y......
00001c0: 0100 82fe 3ff9 3f00 0000 3b48 3d00 0000  ....?.?...;H=...
00001d0: 01fa 83fe ffff 7a48 3d00 a565 f400 00fe  ......zH=..e....
00001e0: ffff 07fe ffff 1fae 3101 a565 f400 00fe  ........1..e....
00001f0: ffff 05fe ffff c413 2602 fdd0 2a07 55aa  ........&...*.U.

Os 64 bytes antes da assinatura constituem a tabela de partições. Esta, por sua vez, é dividida em quatro entradas, que definem as partições primárias.

entrada marca CHS(ini) tipo CHS(fim) LBA(ini) LBA(tam)

[1]    00    010100   82   fe3ff9  3f000000 3b483d00
[2]    00    0001fa   83   feffff  7a483d00 a565f400
[3]    00    feffff   07   feffff  1fae3101 a565f400
[4]    00    feffff   05   feffff  c4132602 fdd02a07

Cada entrada da tabela de partições possui seis campos:
Faixa     Nº byte(s)     Descrição
0         1     Marca de inicialização
1-3      3     Endereço CHS inicial
4         1     Tipo de partição
5-7      3     Endereço CHS final
8-11    4     Endereço LBA inicial
12-15  4     Tamanho (em nº de setores)

O primeiro campo é usado para o BIOS identificar a partição de inicialização e terá o valor 0×80 para a partição de inicialização do MS-DOS e derivados. Sistemas Unix-like não necessitam dessa marca — neste caso o valor será 0×00. O byte de tipo permite até 255 tipos de partição (o zero identifica uma partição vazia).

00  Empty                       1e  Hidden W95 FAT1 80  Old Minix       be  Solaris boot
01  FAT12                        24  NEC DOS         81  Minix / old Lin bf  Solaris
02  XENIX root             39  Plan 9          82  Linux swap / So c1  DRDOS/sec (FAT-
03  XENIX usr               3c  PartitionMagic  83  Linux           c4  DRDOS/sec (FAT-
04  FAT16 <32M           40  Venix 80286     84  OS/2 hidden C:  c6  DRDOS/sec (FAT-
05  Extended                 41  PPC PReP Boot   85  Linux extended  c7  Syrinx
06  FAT16                      42  SFS             86  NTFS volume set da  Non-FS data
07  HPFS/NTFS           4d  QNX4.x          87  NTFS volume set db  CP/M / CTOS / .
08  AIX                           4e  QNX4.x 2nd part 88  Linux plaintext de  Dell Utility
09  AIX bootable          4f  QNX4.x 3rd part 8e  Linux LVM       df  BootIt
0a  OS/2 Boot Manag 50  OnTrack DM      93  Amoeba          e1  DOS access
0b  W95 FAT32            51  OnTrack DM6 Aux 94  Amoeba BBT      e3  DOS R/O
0c  W95 FAT32 (LBA) 52  CP/M            9f  BSD/OS          e4  SpeedStor
0e  W95 FAT16 (LBA) 53  OnTrack DM6 Aux a0  IBM Thinkpad hi eb  BeOS fs
0f  W95 Ext’d (LBA)    54  OnTrackDM6      a5  FreeBSD         ee  EFI GPT
10  OPUS                        55  EZ-Drive        a6  OpenBSD         ef  EFI (FAT-12/16/
11  Hidden FAT12         56  Golden Bow      a7  NeXTSTEP        f0  Linux/PA-RISC b
12  Compaq diagnost   5c  Priam Edisk     a8  Darwin UFS      f1  SpeedStor
14  Hidden FAT16 <3  61  SpeedStor       a9  NetBSD          f4  SpeedStor
16  Hidden FAT16        63  GNU HURD or Sys ab  Darwin boot     f2  DOS secondary
17  Hidden HPFS/NTF 64  Novell Netware  b7  BSDI fs         fd  Linux raid auto
18  AST SmartSleep      65  Novell Netware  b8  BSDI swap       fe  LANstep
1b  Hidden W95 FAT3  70  DiskSecure Mult bb  Boot Wizard hid ff  BBT

Partição estendida

O limite de quatro partições é inconveniente. Para ultrapassá-lo, usa-se a partição estendida, que é uma partição primária que serve de repositório para outras partições. A partição cujo tipo é 0×05 ou 0×0f não contém um sistema de arquivos. Em vez disso, contém outra partição (dita secundária), que por sua vez contém uma partição (ou unidade) lógica. (CARRIER, 2005, p. 83-84).

# mmls /dev/sdb

DOS Partition Table
Sector: 0
Units are in 512-byte sectors

Slot    Start        End          Length       Description
00:  —–   0000000000   0000000000   0000000001   Primary Table (#0)
01:  —–   0000000001   0000000062   0000000062   Unallocated
02:  00:00   0000000063   0004016249   0004016187   Linux Swap / Solaris x86 (0×82)
03:  00:01   0004016250   0020033054   0016016805   Linux (0×83)
04:  00:02   0020033055   0036049859   0016016805   NTFS (0×07)
05:  00:03   0036049860   0156296384   0120246525   DOS Extended (0×05)
06:  —–   0036049860   0036049860   0000000001   Extended Table (#1)
07:  —–   0036049861   0036049922   0000000062   Unallocated
08:  01:00   0036049923   0156296384   0120246462   Linux (0×83)

A tabela de partições estendida contém no máximo duas entradas. A primeira descreve uma unidade lógica e a segunda, quando existe, aponta para uma partição estendida secundária, que por sua vez irá conter outra unidade lógica e uma outra eventual partição estendida. Esse esquema funciona como uma lista encadeada.

O setor que contém a tabela secundária (endereço 36.049.860) estará praticamente vazio, contendo apenas a tabela que irá descrever a unidade lógica.

# dd if=/dev/sdb bs=512 count=1 skip=36049860 | xxd

0000000: 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000  …………….
0000010: 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000  …………….
*** dados retirados — contêm apenas zeros ***
00001b0: 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000 00fe  …………….
00001c0: ffff 83fe ffff 3f00 0000 bed0 2a07 0000  ……?…..*…
00001d0: 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000  …………….
00001e0: 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000  …………….
00001f0: 0000 0000 0000 0000 0000 0000 0000 55aa  …………..U.

GPT (EFI)

As duas principais limitações do MBR são: o número de partições (embora seja possível usar partições estendidas e lógicas, o processamento do encadeamento é ineficiente); e o tamanho máximo da partição (e do disco) — 2 TiB. Para resolver esse e outros problemas, a Intel criou a interface EFI, que atualmente é mantida por um consórcio de empresas — a UEFI (http://www.uefi.org, que inclui a Intel, IBM, Apple, Microsoft e outras importantes empresas), cujo objetivo principal é substituir o BIOS.

Uma das novas especificações é o particionamento GPT (GUID Partition Table). A GPT, dentre outros recursos, possibilita a redundância, a verificação de integridade, um grande número de partições (a Microsoft limita em 128, mas a especificação não) e os campos de endereçamento e tamanho da partição aumentaram de quatro bytes (32 bits) para oito (64 bits) — que permitem partições de 8.589.934.592 TiB (8 x 270 bytes ou 8 ZiB).

Particionamento destrutivo e não destrutivo

O FDISK do MS DOS é um exemplo de particionador destrutivo. Ele não é capaz de redimensionar partições, ou seja, se houver um sistema Windows ocupando todo o HD, não é possível redimensionar a partição existente.

Um particionador não destrutivo que funciona em modo texto é o Fips. É criado um disco de inicialização DOS e à partir dele inicia-se o Fips.

Particionadores Gráficos

Uma solução rápida para particionar é usar um Live CD’s que traga o excelente particionador Qtparted, capaz de redimensionar partições de modo bastante eficaz.

Outro particionador muito bom é o Gparted, que é em Português. Atualmente já está bem amadurecido, tanto que já se tornou o particionador gráfico do Kurumin.

Uma vantagem de se usar um particionador de um Live CD é que você já inicia o particionamento direto, não sendo necessário sequer entrar no sistema instalado na máquina.

Para distribuições GNU/Linux baseadas no Debian há uma excelente dica de utilização no Guia do Hardware

Particionador integrado aos instaladores

O particionador do Mandriva Linux foi um dos primeiros a ganhar notoriedade por sua simplicidade, mas o Fedora tem hoje um bom particionador integrado ao instalador. O projeto Debian está implementando esta funcionalidade para as próximas versões.

Unix

Para baseados em Unix e Unix-like sistemas operacionais, como Linux e Mac OS X a criação de partições separadas para / boot, / home, / tmp / usr, / var / opt, trocar arquivos e tudo remanescente sob o “/” (Diretório raiz)é possível, exceto as suas partições chamados slices. Esse esquema tem uma série de vantagens potenciais: se um sistema de arquivo fica danificado, o restante dos dados (os outros sistemas de arquivos) permanecem intactos, minimizando perda de dados; partições podem ser acessadas somente para leitura e para a execução de setuid arquivos desativados, assim, aumentar a segurança e o desempenho pode ser mais reforçado. Este método tem a desvantagem de subdividir a unidade em partições de tamanho fixo, portanto, um usuário poderia ficar sem espaço no disco rígido do seu / home, apesar de outras partições ainda terem todo o espaço utilizável. Uma boa implementação exige que o usuário calcule com previsão de quanto espaço cada partição irá precisar, o que pode ser uma tarefa difícil, especialmente para novos usuários. Logical Volume Management, muitas vezes utilizado em servidores, aumenta a flexibilidade, permitindo a expansão nos volumes de dados em discos físicos separados (que podem ser adicionados quando necessário), é outra opção para redimensionar as partições, quando necessário. Típicos sistemas de mesa são muitas vezes constituídos por uma única “/” (diretório raiz), contendo o conjunto de arquivos muito menores, acrescidos de uma partição swap. Por padrão, o Mac OS X sistemas utilizam um único “/” (diretório raiz), contendo o conjunto de arquivos (inclusive o arquivo de troca) como um ponto de simplicidade (mas existem outras opções de configuração).

Fonte





1G – 2G – 2,5G – 3G e 4G . . .

11 02 2009

Saiba aqui a diferença entre 3G, 4G e outros G´s.

1G

Os telemóveis de primeira generação ou 1G são analógicos, já que enviam a informação sobre ondas cuja forma varia de forma continua. Estes somente podem ser usados para comunicação por voz e têm uma qualidade de ligação altamente variável devido à interferência. Outra desvantagem é a baixa segurança que proporcionam, já que é relativamente simples escutar ligações alheias através de um sintonizador de rádio assim como a usurpação de freqüência podendo creditar as ligações na conta de um terceiro. O padrão 1G AMPS é ainda o mais popular nos Estados Unidos embora não se utilize em nenhum outro pais. Além da AMPS, existem outras tecnologias 1G, como a DECT, que foi muito utilizada na Europa no início das tecnologias celulares.

2G

A telefonia móvel de segunda geração (2G) não é um padrão ou um protocolo estabelecido, é uma forma de nomear a mudança de protocolos de telefonia móvel analógica para digital.

A chegada da segunda geração de telefonia móvel foi por volta de 1990 e seu desenvolvimento deriva da necessidade de poder ter um maior número de ligações simultâneas praticamente nos mesmos espectros de radiofreqüência assignados à telefonia móvel. Foram então introduzidos protocolos de telefonia digital que além de permitir mais conexões simultâneas com a mesma largura de banda, permitiam integrar outros serviços, que anteriormente eram independentes, no mesmo sinal, como o envio de mensagens de texto (SMS) e capacidade para transmissão de dados entre dispositivos de fax e modem.

2G abarca vários protocolos distintos desenvolvidos por várias companhias e incompatíveis entre eles, o que limita a área de uso dos telemóveis às regiões com companhias que deram suporte.

Protocolos de telefonia 2G

  • GSM (Global System por Mobile Communications)
  • TDMA Cellular PCS o IS-136 (conhecido também como TIA/EIA136 o ANSI-136) Sistema regulado pela Telecommunications Industy Association ou TIA
  • CDMA (Code Division Multiple Access)
  • D-AMPS Digital Advanced Mobile Phone System
  • PHS (Personal Handyphon System) Sistema usado no começo no Japão pela companhia NTT DoCoMo com a finalidade de ter um padrão focado mais para a transferência de dados do que o resto de padrões 2G.

2,5G

2,5G é a segunda e meia geração de padrões e tecnologias de telefonia móvel. É considerada o degrau de transição entre as tecnologias 2G e 3G, embora o termo “2,5G” tenha sido definido pela mídia, e não oficialmente pela União Internacional de Telecomunicações (UIT).

Esse termo foi criado na verdade para descrever serviços de transmissão mais rápida de dados (banda larga) oferecidos ainda pela tecnologia 2G, como as tecnologias EDGE (para o padrão GSM) e 1xRTT (para o padrão CDMA).

Características

A 2,5G tem velocidades superiores à 2G e, através de tecnologias de pacotes, permite um acesso à internet mais flexível e eficiente. Utiliza tecnologias como GPRS (General Packet Radio Service), EDGE (Enhanced Data for GSM Evolution), 1XRTT (primeiro degrau da migração CDMA2000) e HSCSD (High Speed Circuit Switched Data). O EDGE (também conhecido como 2,75G) é uma versão de maior banda do GPRS (e por isso muitos o chamam de E-GPRS), e permite velocidades máximas de até 384 Kbps.

3G

3G é a terceira geração de padrões e tecnologias de telefonia móvel, substituindo o 2G. É baseado na família de normas da União Internacional de Telecomunicações (UIT), no âmbito do Programa Internacional de Telecomunicações Móveis (IMT-2000).

Visão Geral

As tecnologias 3G permitem às operadoras da rede oferecerem a seus usuários uma ampla gama dos mais avançados serviços, já que possuem uma capacidade de rede maior por causa de uma melhora na eficiência espectral. Entre os serviços, há a telefonia por voz e a transmissão de dados a longas distâncias, tudo em um ambiente móvel. Normalmente, são fornecidos serviços com taxas de 5 a 10 Megabits por segundo.

Ao contrário das redes definidas pelo padrão IEEE 802.11, as redes 3G permitem telefonia móvel de longo alcance e evoluíram para incorporar redes de acesso à Internet em alta velocidade e Vídeo-telefonia. As redes IEEE 802.11 (mais conhecidas como Wi-Fi ou WLAN) são de curto alcance e ampla largura de banda e foram originalmente desenvolvidas para redes de dados, além de não possuírem muita preocupação quanto ao consumo de energia, aspecto fundamental para aparelhos que possuem pouca carga de bateria.

Até dezembro de 2007, 190 redes 3G já operavam em 40 países e 154 redes HSDPA operavam em 71 países, segundo a Global mobile Suppliers Association. Na Ásia, na Europa, no Canadá e nos Estados Unidos, as empresas de comunicações utilizam a tecnologia W-CDMA, com cerca de 100 terminais designados para operar as redes 3G.

Na Europa, os serviços 3G foram introduzidos a partir de Março de 2003, começando pelo Reino Unido e Itália. O Conselho da União Européia sugeriu às operadoras 3G cobrirem 80% das populações nacionais européias até ao final de 2005.

A implantação das redes 3G foi tardia em alguns países devido a enormes custos adicionais para licenciamento do espectro. Em muitos países, as redes 3G não usam as mesmas freqüências de rádio que as 2G, fazendo com que as operadoras tenham que construir redes completamente novas e licenciar novas freqüências; uma exceção são os Estados Unidos em que as empresas operam serviços 3G na mesma freqüência que outros serviços. Os custos com licença em alguns países europeus foram particularmente altos devido a leilões do governo de um número limitado de licenças e a leilões com propostas confidenciais, além da excitação inicial sobre o potencial do 3G. Outros atrasos se devem a despesas com atualização dos equipamentos para os novos sistemas.

Em Junho de 2007, o assinante 3G de número 200 milhões foi conectado. Se comparado aos 3 bilhões de assinantes de telefonia móvel no mundo, esse número corresponde apenas a 6,7%. Nos países onde a 3G foi lançada inicialmente (Japão e Coréia do Sul), mais da metade dos assinantes utilizam 3G. Na Europa, o país líder é a Itália, com um terço dos seus assinantes tendo migrado para a 3G. Outros países líderes na migração para a 3G são o Reino Unido, a Áustria e a Singapura, com 20% de migração. Uma estatística confusa está computando clientes de CDMA 2000 1x RTT como se fossem clientes 3G. Se for utilizada essa definição de caráter disputado, o total de assinantes 3G seria de 475 milhões em Junho de 2007, 15,8% dos assinantes de todo o mundo.

Características

A característica mais importante da tecnologia móvel 3G é suportar um número maior de clientes de voz e dados, especialmente em áreas urbanas, além de maiores taxas de dados a um custo incremental menor que na 2G.

Ela utiliza o espectro de radiofrequência em bandas identificadas, fornecidas pela UTI para a Terceira Geração de serviços móveis IMT-2000, e depois licenciadas para as operadoras.

Permite a transmissão de 384 kbits/s para sistemas móveis e 2 Megabits/s para sistemas estacionários. Espera-se que tenha uma maior capacidade de usuários e uma maior eficiência espectral, de forma que os consumidores possam dispor de roaming global entre diferentes redes 3G.

Padrões

O IMT-2000 da União Internacional de Telecomunicações (ITU) consiste de seis interfaces de rádio:

  • W-CDMA
  • CDMA2000
  • TD-CDMA/TD-SCDMA
  • UWC (geralmente implementado como EDGE)
  • DECT
  • Mobile WiMAX[1]

Evolução para 3G

As redes de telecomunicações de telefonia celular móvel são atualizadas de forma a utilizarem as tecnologias 3G desde 1999. O Japão foi o primeiro país a implementar o 3G nacionalmente e essa transição foi praticamente completada em 2006. Logo após o Japão, a Coréia também iniciou sua transição, que foi feita por volta de 2004.

Operadoras e redes UMTS

A partir de 2005, a evolução das redes 3G ocorreu em alguns anos, devido à capacidade limitada das redes 2G existentes. Redes 2G foram construídas principalmente para voz e transmissão lenta de dados. Devido às rápidas mudanças nas expectativas dos usuários, elas não atendem hoje às necessidades de transmissão de dados sem fio.

“2,5G” (e mesmo 2.75G) são tecnologias como o serviço de dados i-mode, telefones com câmera, circuito de alta velocidade de dados comutados (HSCSD) e General Packet Radio Service (GPRS) foram criados para fornecer alguma funcionalidade de domínios, como redes 3G , mas sem a plena transição para a rede 3G. Eles foram construídos para introduzir as possibilidades de aplicação de tecnologia wireless para o consumidor final, e assim aumentar a procura de serviços 3G.

Padronização da rede

A União Internacional das Telecomunicações (UIT) definiu a demanda para redes móveis 3G com o padrão IMT-2000. Uma organização chamada 3rd Generation Partnership Project (3GPP) continuou esse trabalho definindo um sistema móvel compatível com o padrão IMT-2000. Esse sistema é chamado de Sistema Universal de Telecomunicações Móveis (Universal Mobile Telecommunications System – UMTS).

Evolução do 3G (pré-4G)

A padronização da evolução do 3G está a funcionar em ambas as 3GPP e 3GPP2. Os correspondentes especificações do 3GPP e 3GPP2 evoluções são nomeadas como LTE e UMB, respectivamente. 3G evolução utiliza parcialmente fora 3G tecnologias destinadas a melhorar o desempenho e fazer um bom caminho migração. Há vários caminhos diferentes de 2G para 3G. Na Europa, o principal caminho começa a partir GSM quando GPRS é adicionado a um sistema. A partir deste ponto, é possível ir para o sistema UMTS. Na América do Norte o sistema evolução terá início Time divisão de acesso múltiplo (TDMA), a mudança reforçada Dados Tarifas para GSM Evolution (EDGE) e, em seguida, a UMTS.

No Japão, dois padrões 3G são utilizados: W-CDMA (compatível com UMTS) utilizados pelo Softbank e NTT DoCoMo, e CDMA2000, utilizado por KDDI. Transição para a 3G foi concluída no Japão, em 2006.

Vantagens de uma arquitetura de rede em camadas

Ao contrário do GSM, UMTS é baseada em um serviço dividido em seções. No topo está a seção de seviços, que oferece organização rápida de serviços e localização centralizada. No meio está a seção de controle, que ajuda a atualizar os procedimentos e que capacita a rede a se alocar dinamicamente. Na base está a camada de conectividade onde qualquer tecnologia de transmissão pode ser utilizada e onde o canal de áudio trafega por ATM/AAL2 ou IP/RTP.

Tecnologias móveis

Ao converter uma rede GSM para uma rede UMTS, a primeira nova tecnologia é General Packet Radio Service (GPRS). É o gatilho para os serviços 3G. A ligação à rede é sempre relativa, de modo que o assinante está on-line o tempo todo. Desde o ponto de vista do operador, é importante saber que os investimentos em GPRS são reutilizados quando se vai para o UMTS. Também é importante capitalizar a experiência adquirida no negócio utilizando GPRS.

De GPRS, os operadores poderão mudar diretamente para a rede UMTS, ou investir em um sistema EDGE. Uma vantagem a mais do EDGE UMTS é que ele não necessita de novas licenças. As freqüências também são reutilizadas, não são necessárias novas antenas.

Migrando de GPRS para UMTS

Residência registo (HLR) Visitante localização registo (VLR) Equipamento identidade registo (EIR) De rede GPRS, os seguintes elementos da rede podem ser reutilizados:

Mobile centro comutação (MSC) (vendedor dependentes) Autenticação centro (AUC) Publicação GPRS Support Node (SGSN) (vendedor dependentes) Gateway GPRS apoio nó (GGSN) De Global Service for Mobile (GSM) rede de rádio comunicação, os seguintes elementos não podem ser reutilizados

Estação base controlador (BSC) Base transceiver station (BTS) Eles podem permanecer na rede e ser utilizado em rede dupla operação onde redes 2G e 3G co-existir enquanto rede de migração e os novos terminais 3G tornam-se disponíveis para uso na rede.

A rede UMTS introduz novos elementos da rede que funcionará como especificado pelo 3GPP:

Node B (estação base) Radio Network Controller (RNC) Media Gateway (MGW) A funcionalidade do MSC e SGSN muda quando vai UMTS. Num sistema GSM da MSC trata todos os circuitos comutados operações como a conexão e A-B-assinante através da rede. SGSN trata todos os pacotes comutados operações e transfere todos os dados na rede. Em UMTS o Media Gateway (MGW) cuidar de todas as transferências de dados em ambos os circuitos e pacotes redes comutadas. MSC e SGSN controle MGW operações. Os gânglios são renomeados para MSC-servidor e servidor-GSN.

Terminais UMTS

A complexidade técnica de um telefone 3G depende da sua necessidade de itinerância no legado das redes 2G. Nos primeiros países, o Japão e a Coreia do Sul, não havia necessidade de incluir capacidades de roaming mais velhos, tais como redes GSM, de forma que telemóveis 3G foram pequenos e leves. Na Europa e na América, os fabricantes e operadores de rede quis telemóveis 3G multi-modo, que operam em redes 2G e 3G (por exemplo, WCDMA e GSM), que acrescentou à complexidade, tamanho, peso e custo do handset. Como resultado, no início os telefones europeus WCDMA foram significativamente maiores e mais pesados que telefones WCDMA comparáveis no mercado japonês.

A japonesa Vodafone KK’s experimentou um grande número de problemas com estas diferenças quando sua mãe baseada no Reino Unido, Vodafone, insistiu na utilização de telemóveis normais pela subsidiária japonesa. Clientes japoneses que estavam habituados aos pequenos aparelhos foram subitamente obrigado a mudar para handsets europeus, que foram considerados muito mais pesados e feios pelos consumidores japoneses. Durante esta conversão, Vodafone KK 6 clientes perdidos para cada 4 que migrou para a 3G. Pouco tempo depois, Vodafone vendeu a filial (agora conhecida como Softbank).

A tendência geral para telas pequenas nos telefones parece ter pausado, talvez mesmo virado, com a capacidade de grandes ecrãs nos telefones para fornecer mais vídeo, jogos e internet sobre o uso de redes 3G.

Críticas

Embora 3G tenha sido introduzida com êxito para usuários da Europa, Austrália, Ásia, América do Sul, América do Norte e da África, algumas questões são debatidas pelos fornecedores e os utilizadores 3G:

  • Taxas caras de entrada para o serviço de licenças 3G.
  • Numerosas diferenças em termos de licença.
  • Grande quantidade de dívida atualmente sustentada por muitas empresas telecomunicações, o que a torna um desafio para construir a infra-estrutura necessária para 3G.
  • Falta de apoio dos Estados-membros para conturbado financeiramente operadores.
  • Expensas dos tetelemóveis 3G.
  • Falta de buy-in por 2G usuários móveis 3G para os novos serviços sem fios.
  • A falta de cobertura, porque é ainda um novo serviço.
  • Alta dos preços dos serviços móveis 3G em alguns países, incluindo o acesso à Internet (ver taxa fixa).
  • Atual falta de usuário necessidade de serviços 3G de voz e dados em uma mão-na posse dispositivo.

Processos de expansão 3G nos países

3G no Brasil

A primeira operadora a oferecer 3G no Brasil foi a Vivo em 2004 com a tecnologia Evolution-Data Optimized ou CDMA 1X-EVDO que atinge velocidades de até 2mb por segundo. No entanto, a cobertura ficou limitada a poucas cidades, nas quais muitas possuíam cobertura parcial (algumas regiões de cada município).

No final de 2007, as operadoras Claro e Telemig celular lançaram suas redes 3G UMTS/HSDPA na freqüência de 850 MHz, antecipando-se ao leilão realizado em dezembro de 2007. Em dezembro de 2007 foi realizado o leilão das faixas de freqüências no Brasil. Dessa forma as três principais operadoras do país Vivo, Claro e TIM conseguiram obter cobertura nacional. A Oi obteve licenças nas regiões I e III, apresentando proposta de compra da BrT (Brasil Telecom), que atua somente na região II, para atingir cobertura nacional (para tanto é necessáia a alteração da PGO). A Telemig celular e a BRT obtiveram a cobertura em suas respectivas regiões. Nesse mesmo leilão, a operadora CTBC também adquiriu a tecnologia para a sua área de concessão: Triângulo Mineiro e parte dos estados: Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo. A Sercomtel Celular utilizará a tecnologia 3G na frequência de 850 MHZ, nas cidades de Londrina e Tamarana.

Conforme reafirmou na primeira semana de março de 2008, o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, disse que o leilão da subfaixa H da Terceira Geração deverá ocorrer até o final deste semestre, subfaixa esta reservada para um quinto player(outra operadora). Como naquele leilão, a Nextel surpreendeu a todos disputando com altos lances uma das bandas, a Anatel deve considerar a possibilidade desse quinto player já estar estabelecido e pronto para ingressar no mercado 3G.

4G

4G são as siglas da quarta geração de telefonia móvel. Ainda não existe nenhuma definição da 4G, mas pode-se antecipar em que consistirá baseado no já estabelecido.

A 4G estará baseada totalmente em IP sendo um sistema de sistemas e uma rede de redes, alcançando a convergência entre as redes de cabo e sem fio assim como computadores, dispositvos eletrônicos e tecnologias da informação para proveer velocidades de acesso entre 100 Mbps em movimento e 5 Gbps em repouso, mantendo uma qualidade de serviço (QoS) de ponta a ponta (ponto-a-ponto) de alta segurança para permitir oferecer serviços de qualquer tipo, a qualquer momento e em qualquer lugar.

No Japão está se experimentando com as tecnologias de quarta geração, com a NTT DoCoMo à vanguarda. Esta empresa realizou as primeiras provas com sucesso absoluto (alcançando 100 Mbps a 200km/h) e espera lançar comercialmente os primeiros serviços de 4G no ano 2010.

O conceito 4G vai muito além de telefonia móvel, já que não pode ser considerada uma evolução dos padrões de telefonia celular, tais como as existentes no mercado até 3G. As novas tecnologias de redes banda larga móvel (sem fio) permitirão o acesso a dados em dispositivos que operam com IP, desde handsets até CPEs (equipamentos para conversão de dados para uso em equipamentos finais tais como TVs e telefones). Atualmente há duas tecnologias que são mais exploradas na indústria: WiMAX e LTE (Long Term Evolution), ambas ainda passíveis de definições de uso por questões regulatórias por parte de governos e padronizações nas indústrias de hardware.

Os grandes atrativos do 4G são a convergência de uma grande variedade de serviços até então somente acessíveis na banda larga fixa, bem como a redução de custos e investimentos para a ampliação do uso de banda larga na sociedade, trazendo benefícios culturais, melhoria na qualidade de vida e acesso a serviços básicos tais como comunicação e serviços públicos antes indisponíveis ou precários à população.

4G está sendo desenvolvido prevendo oferecer serviços baseados em banda larga móvel tais como Multimedia Messaging Service (MMS), video chat, mobile TV, conteúdo HDTV, Digital Video Broadcasting (DVB), serviços básicos como voz e dados, sempre no conceito de uso em qualquer local e a qualquer momento. Todos os serviços deverão ser prestados tendo como premissas a otimização do uso de espectro, troca de pacotes em ambiente IP, grande capacidade de usuários simultâneos, banda mínima de 100 Mbit/s para usuários móveis e 1 Gbit/s para estações fixas, interoperabilidade entre os diversos padrões de redes sem fio.

Fonte: WikiPedia





Rede Vista e Leopard

29 01 2009

Pra você que, igual a mim, tem em casa vários PC´s cada um com um SO diferentee que queira trocar arquivvos dentre eles esta com dúvida em como acessar um ao outro pela rede. Aqui vai uma dica rápida de como macessar o Leopard pelo Vista.

  • Vá a Preferências de Sistema do Leopard.
  • Procure por Rede

  • Lá você encontrará várias opções de conexão, porém só nos enteressa a Ethernet. Ao lado esta a tabela de configuração na qual você pode deixar sua conexão a sua necessidade, mas deixaremos como IP manual. Ex:IP 192.168.0.2 Mascara de rede 255.255.255.0 e router 192.168.0.1

  • Depois vá em Compartilhamento, lá você configurará as opções de compratilhamento de pastas, dispositivos (DVDRom e CDRom), como no nosso caso é uma rede simples abilitaremos na tabela da esquerda somente Compartilhamento e Arquivos.

  • Logo acima em Nome do Computador, você poderá colocar um nome do seu Mac ou iPC, como desejar.
  • Abaixo em Pastas Compartilhadas clicando no sinal de  “+” você irá adicionar uma pasta ou dispositivo ao compartilhamento.
  • Do lado direito , você irá comfigurar as opões de segurança, onde pode colocar “somente leituta” ou “leitura e escrita”.
  • Abaixo em Opções, irá configurar opções de protocolos usados, tais como o AFP (padrão Apple), FTP (padrão de qualeur conexão)e ou SMB(padrão para sistemas GNU/LINUX, eu aconselho a marcar todos, sendo o AFP não tão necessário, dependendo de sua rede.
  • Abaixo e Contas você poderá marcar os usuários que acesaarão essa rede.
  • Para acessar um compartilhamento no Vista vc tem 2 opções:
  1. Abra o Finder, no menu, clique em Ir depois em Conectar-se ao um Servidor. Na barra Endereço do Servidor você digita smb://IP.DO.WIN.VISTA e tecle enter. Ele pedirá uma senha de usuário e prnto
  2. Eu acho a segunda mais facil. Va ao terminal e digite:
    open smb://IP.DO.WIN.VISTA/COMPARTILHAMENTO. Ele pedirá uma senha e depois abrirá uma hanela do Finder com as pastas e arquivos compartilhados

    Feitos esses passos vamos a parte Windows Vista, que é masis facil.

    • Clique com o botão direito em Ambiente de Rede depois em Propeiedades. No menu ao lado esquerdo clique em Gerenciar Conexões de Rede, onde aparecerá as conexões existentes.

    • Clique com o botão direito em cima da sua conexão existente e depois em propriedades.

    • Escolha Protocolo TCP/IPv4 e clique 2 vezes
    • Faça as mesmas configurações de IP do Leopard nele mudando somente o ultimo número de IP,no caso assim IP-192.168.0.1 e clique em OK

    • Agora vá em Ambiente e Rede e clique com o botão direito e depois em Mapear Unidades de Rede e coloque o IP do Leopard. Ficando assim. \\192.168.0.2\compartilhamento, ao clicar em concluir ele abrirá uma tela do Explorer com os arquivos e ou pastas compartilhadas.

    Bom, caso deu algum erro, deixe um comentário seguido da foto do erro que verificarei oque pode ter dado errado.

    Obs: As configurações de IP não são um padrão, podendo você configurar de acordo com sua vontade e ou necessidade dependendo de onde irá utilizar os Sistemas. No meu caso os IP´s estão diferentes em relação as fotos.

    Grato





    Wine – Aplicativos Win no Linux

    23 05 2008

    Nem todos os programas existentes pra plataforma w32 estão disponíveis também para o GNU/Linux. Para isso existe o Wine, um emulador de aplicativos win para GNU/Linux. Com ele você instala seus programas favoritos apenas emulando o mesmo sem a necessidade de um dual-boot ou até mesmo uma máquina virtual em seu PC.

    Nesse macro tutorial irei citar a utilização do Wine para programinhas básicos do tipo Winamp.

    Bom, presumindo que você use alguma distro Debian ou baseada na mesma e que esteja com seu apt-get atualizado, vá ao terminal como root e digite o seguinte comando:

    # apt-get install wine

    Automáticamente ele irá fazer o download dos pacotes necessários para a utilização e instalação do programa.

    Feito isso, digite alt+f2 poara lançar o atalho de execução de comandos e digite wine. Logo abrirá uma tela de saudação do Wine, basta clicar em configure.

    Em Windows version, escolha a versão da desgraça que você deseja emular para que seja compatível com o programa que deseja instalar.

    Por exemplo, se você deseja instalar um programa feito para XPodre, escolha o mesmo nas opções e assim por diante

    Sendo feito isso agora basta clicar com o botão direito no executável e pedir para abrir com o Wine e pronto.

    veja a foto abaixo da instalação do Winamp.

    Para fazer um atalho desses programas é um pokim mais complicado, porém nada que alguém que saiba a raiz quadrada de 152465415 tenha problemas :P :P

    Clique com o botão direito na área de trabalho e depois clique em “Criar Lançador”.

    No campo “Comando”, clique em “Navegar” e vá até a pasta “Home” depois “Arquivos de Programas”

    Essa é a pasta onde estão instalados os programas, escolha a pasta correspondente ao programa que deseja fazer o atalho.

    No meu caso o Winamp.

    No campo “Tipo” escolha “Link”, caso contrário seu atalho não irá funcionar.

    Seguindo esses passos corretamente você desfrutará de seu programa favorito no Windows rodando sem travamento nem nada, pelo comigo roda de boa. O único mal é que pelo menos no Winamp ele abriu o Equalizador e a Lista de músicas em janelas separadas quase que ao estilo Mac OS X, como o tema do meu gnome é ao estilo OSX caiu bem rere mas acredito que no KDE possa ser diferente.

    Obs: Nem todos os programas são suportador pelo Wine, sendo assim, alguns jogos novos não rodaram ou você nem conseguirá instalar. Para isso baixe a versão mais nova do Wine ou intão algum outro emulador que faça o mesmo serviço, pena que me foge a cabeça algum outro.

    Bom é isso aí qualquer dúvida ou sugestão pode comentar a vontade.





    —<<>>— Ao bloqueio do WordPress.com

    15 04 2008

    Manifesto contra o bloqueio do WordPress no Brasil.

    Notícia que saiu no G1.
    Uma ordem judicial expedida no final de março pode resultar no bloqueio do acesso no Brasil a todos os blogs hospedados no portal wordpress.com. A ordem tem como objetivo proibir o acesso a um blog. Mas, segundo a Associação Brasileira de Provedores de Internet (Abranet), para que a decisão judicial seja cumprida, os provedores de terão de barrar o acesso a todos os sites oferecidos pelo serviço.

    A Justiça não informou o nome do blog e a razão da decisão de bloquear a página.

    De acordo com a Abranet, o Brasil responde por cerca de 1 milhão dos blogs hospedados no WordPress.

    A ordem de bloqueio foi enviada à Abranet, que a repassou para todos os provedores associados. “Ordem judicial não se discute, se cumpre. Mas, como não é possível bloquear especificamente o endereço solicitado, o acesso a todos os sites com a extensão wordpress.com será impedido no Brasil”, explicou ao G1 Eduardo Parajo, presidente da associação.

    Parajo não especificou uma data em que esses blogs ficarão inacessíveis, mas afirmou que os provedores já estão tomando as providências para realizar o bloqueio.

    Segundo a companhia de monitoramento de tráfego Alexa, o WordPress ocupa a 27ª posição entre as páginas mais acessadas do país. Se considerados os sites mais acessados de todo o mundo, os blogs do WordPress ficam em 49º lugar. Nos EUA, ele teve crescimento de 310% no período de um ano e terminou 2007 somente atrás do Blogger entre os serviços de blog mais populares do mundo.

    Dificuldade técnica em cumprir a ordem

    Paralelamente ao cumprimento da ordem, a Abranet pretende enviar um texto ao juiz, explicando as dificuldades técnicas dessa questão. “Nosso objetivo é esclarecer a situação e mostrar que muitas pessoas podem ser prejudicadas. A alternativa que temos para executar o bloqueio de um único blog vai afetar outras pessoas”, disse Parajo.

    Pegue o seu selo nesse endereço http://naoaobloqueio.wordpress.com/ e espalhe a notícia





    Saiba mas sobre APT

    29 03 2008

    Introdução

    Essa fantástica ferramenta, o APT – Advanced Packaging Tool, é uma maravilha proveniente da distro DEBIAN, mas que já foi portada para outras, tamanho o seu sucesso.

    Realmente seu uso é tão simples que muitos usuários não fazem idéia de como ela funciona, ou das características ‘alternativas’ que o APT possui. Neste artigo iremos fazer uma espécie de ‘tradução livre’ dos próprios manuais do Debian e trazer, de maneira tanto acessível como aprofundada, seu uso e grande utilidade.

    Configuração

    Vamos começar nosso estudo deve começar com a configuração do APT. Existe um arquivo texto que o APT usa como sua fonte (você ouvirá falar muito sobre os ’sources’). É nesse arquivo que se encontram os endereços para buscar os pacotes. Estamos falando do arquivo /etc/apt/sources.list.

    De forma geral, as linhas que contém os endereços possuem o formato abaixo:

    deb http://endereço/debian distribuição parte_1 parte_2
    deb-src http://endereço/debian distribuição parte_1 parte_2

    No acima, o primeiro termo informa o tipo de arquivo desse repositório: .deb fornece arquivos binários e .deb-src fornece os arquivos fonte.

    Com bastante cuidado, abra seu sources.list com um editor de texto, e observe sua estrutura. De início, pode parecer confuso, mas a lógica é muito simples. Algumas linha são necessárias mesmo para uma instalação Debian padrão. Além disso, note que o APT sabe lidar com configurações diversas (http, ftp etc).

    Se, por qualquer motivo, você alterar a lista de repositório de seu arquivo sources.list, deve digitar no terminal:

    # apt-get update

    Isso fará que o APT acesse os repositórios indicados no sources.list e atualize a lista de pacotes disponíveis.

    Escolhendo espelhos

    Como saber qual espelho usar no sources.list? Claro que vai querer o mais rápido. Então faça:

    # apt-get install netselect

    Isso instalará um software que ‘mede’ a velocidade do servidor que está servindo como espelho, e fornece como saída o endereço do espelho mais ‘rápido’. Então use esse espelho em seu sources.list.

    Na instalação do pacote netselect, você verá a tela abaixo:

    Pressione <ENTER>, e o netselect estará instalado. Para seu uso, nada mais simples:

    # netselect

    Escolhendo um CD-ROM

    É óbvio que você também pode usar um CD/DVD com os pacotes, principalmente os CDs/DVDs oficiais da sua distro. Nada mais simples. Veja:

    # apt-cdrom add

    Simples? Realmente. E lembre que, quando da instalação de pacotes, o APT tentará buscar primeiro em seus CDs/DVDs, pois é a opção de ‘download’ mais rápida.

    E os pacotes?

    E os pacotes? Como instalar, desinstalar etc? Como sempre, o APT torna tudo mais fácil. Primeiro, lembre de atualizar a lista de pacotes regularmente. Isso funciona da seguinte forma: o APT tem uma espécie de lista com as informações dos pacotes, tanto disponíveis para instalação como dos já instalados, incluindo suas versões e tudo o mais. Quando nós pedimos alguma ação do APT, ele confere nessa lista o que for necessário. Faça dessa forma:

    # apt-get update

    Instalar

    Para instalar, o clássico de sempre:

    # apt-get install <pacote>

    Por exemplo, veja a saída em meu computador da linha de comando “apt-get install python”:

    # apt-get install python
    Lendo lista de pacotes… Pronto
    Construindo árvore de dependências… Pronto
    python já é a versão mais nova.
    0 pacotes atualizados, 0 pacotes novos instalados, 0 a serem removidos e 62 não atualizados.
    1 pacotes não totalmente instalados ou removidos.
    É preciso fazer o download de 0B de arquivos.
    Depois de desempacotar, 0B adicionais de espaço em disco serão usados.

    Ele não instalou nada, pois já tinha o python instalado em minha máquina.

    Se por algum motivo você quiser fazer apenas o download dos pacotes, use a opção ‘-d’; dessa forma apenas o download será feito, sem instalação.

    Também podemos atualizar um programa usando a opção –reinstall. Veja:

    # apt-get –reinstall install python

    Remover

    Para remover pacotes, nada mais simples:

    # apt-get remove <pacote>

    Note que, com essa ação, se o pacote que estamos removendo for dependência de outro, este também será removido. É uma idéia simples, pois remover um pacote que é dependência de outro fará com que o último não mais funcione. Portanto, o APT parte do princípio que você está fazendo algo consistente.

    Atualizando tudo

    O APT consegue fazer coisas incríveis, inclusive atualizar TUDO em uma distro by Debian, de uma só vez. Por exemplo, se você está com a versão 14.0.r4 (de fantasia, óbvio) e conseguiu um CD com a versão 14.1.r6, basta usar isso:

    # apt-get upgrade

    Mantendo uma versão antiga de um pacote

    Às vezes, pelos motivos mais diversos, queremos manter um pacote em sua versão antiga, sem as atualizações. Eu, por exemplo, uso o xmgrace, um programa que lida com gráficos para ciência, na versão anterior, pois acho mais cômodo. Neste caso, as mudanças radicais não me trouxeram ganho de rendimento. O que fazer? Mantenha o pacote antigo. Mas como? Por marcar o pacote. Como assim, ‘marcar’? Faça o seguinte:

    #Pacote: <NOMEDOPACOTE>
    #Pin: <DEFINA_O_PIN>
    #Pin-Priority 999

    No espaço <NOMEDOPACOTE> coloque, óbvio, o nome do pacote para ‘marcar’ e reservar a versão. Em <DEFINA_O_PIN> coloque a versão que deve permanecer em uso. A última linha apenas garante que o pacote não sofrerá alteração.

    Vamos em frente?

    Mais além do básico

    Procurando um pacote

    Às vezes queremos algo, mas não sabemos exatamente o quê. Por exemplo, procuramos por um software chamado kile, mas não temos certeza do nome do pacote.

    Use o seguinte:

    $ apt-cache search kile

    A saída será algo como:

    kile – KDE Integrated LaTeX Environment
    kile-i18n – translations for Kile, the KDE Integrated LaTeX Environment

    Pronto! Já sabemos o nome do pacote: kile

    A sintaxe é clara: “apt-cache search <nome>”

    Usando o apt com pacotes em seu próprio HD

    E se você tiver um verdadeiro depósito de pacotes Debian (é o meu caso :>), pode usá-los com o APT? É claro! O primeiro passo é criar um diretório para guardar esses arquivos. Veja um exemplo:

    # mkdir /root/pacotes_deb

    Dentro do diretório /root, digite:

    # dpkg-scanpackages debs /dev/null | gzip > debs/pacotes.gz

    A linha de comando acima gera um arquivo ‘pacotes.gz’ com informações com respeito aos pacotes, e será usado pelo APT. Por último, adicione em seu sources.list a linha:

    deb file:/root pacotes_deb/

    Pronto! Use o APT normalmente, e aproveite seus pacotes.

    Conclusão

    O APT é uma ferramenta fantástica. Como tudo na vida, não é perfeito, mas pode ser usado de forma a facilitar grandemente nossa vida.

    Fonte 





    Everex lança mini-PC

    27 02 2008

    A Everex revelou hoje o “Everex Mini”, um PC similar ao Mac mini que contém o sistema operacional próprio da empresa, o Linux gOS 2.0, rodando em um processador dual-core. Entre as características do pequeno notável, estão o processador Intel T2130 de núcleo duplo, HD de 120 GB e 512 MB de RAM, tendo na parte de multimídia processador gráfico Intel GMA950 e áudio Realtek ALC268, incluindo um drive de DVD+/-RW.

    Em termos de conectividade, o Everex Mini fala de barriga cheia: possui porta Gigabit Ethernet, quatro USB 2.0, Firewire, S-Video, DVI e entrada/saída de áudio, além de leitor de cartões quatro-em-um, que funciona com SD, MMC, Sony Memory Stick e Memory Stick Pro.

    Na parte de software, todos os aplicativos são de código fonte aberto ou baseados no Google, praxe do sistema gOS. Entre outros programas, ele vem com OpenOffice 2.3, Firefox, gMail, GIMP, etc.

    O mini-PC estará disponível na rede de lojas Newegg.com por 500 dólares, no dia 1º de março.

    img

    img2

    Fonte





    Dez mandamentos para ficar longe de vírus em mensagens instantâneas

    27 02 2008

    Conheça a seguir algumas práticas que podem ajudar a manter o PC livre das pragas que se espalham por comunicadores instantâneos, como o Windows Live Messenger ou o Skype:

    1. Não abrirás links ou farás download de arquivos enviados por teus contatos no comunicador instantâneo sem antes ter confirmado seu envio.

    2. Manterás a versão de teu comunicador e do teu sistema operacional atualizada. Sempre que há uma nova atualização, os comunicadores mais conhecidos costumam enviar uma mensagem sinalizando o upgrade assim que o programa é inicializado.

    3. Entrarás em contato com contatos que enviarem mensagens suspeitas para informá-los do ocorrido. Se possível, bloquearás a pessoa até que o problema seja resolvido, para evitar o clique involuntário.

    4. Ficarás atento a arquivos recebidos com as seguintes extensões: .exe, .scr, .cmd, .dll, .bat, .lnk. Muitas pragas chegam a teu computador com essas terminações.

    5. Não passarás informações importantes, como número de conta bancária ou documento, pelo comunicador instantâneo. Se um dos computadores estiver infectado, o conteúdo pode ser copiado.

    6. Manterás o antivírus e o firewall sempre atualizados e configurados para examinar mensagens anexas. Farás varreduras no sistema periodicamente para encontrar pragas furtivas.

    7. Ativarás a checagem antivírus no Windows Live Messenger para detectar pragas antes de abrir arquivos que te são enviados. Para tanto, irás em Ferramentas (Tools) > Opções (Options) > Transferência de Arquivo (File Transfer) e escolherás qual antivírus será responsável pela varredura.

    8. Configurarás o programa mensageiro para exigir autorização sempre que alguém tentar te adicionar e evitarás adicionar pessoas desconhecidas em tua lista.

    9. Deixarás a opção de login e senha automática desativada e fecharás o programa assim que sair da máquina, especialmente em computadores públicos.

    10. Criarás um e-mail exclusivo para se cadastrar em sites ou participar de promoções em vez de usar o mesmo endereço usado para entrar no comunicador.

    Agora, se as dicas chegaram tarde demais e o teu comunicador já foi infectado, ja sabe como eliminar a praga do teu PC.

    Fonte